{"id":2871,"date":"2023-01-01T16:19:17","date_gmt":"2023-01-01T19:19:17","guid":{"rendered":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/?p=2871"},"modified":"2023-01-03T16:05:45","modified_gmt":"2023-01-03T19:05:45","slug":"mulheres-sao-maioria-das-cientistas-no-brasil-mas-quase-nunca-chegam-ao-topo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/2023\/01\/01\/mulheres-sao-maioria-das-cientistas-no-brasil-mas-quase-nunca-chegam-ao-topo\/","title":{"rendered":"Mulheres s\u00e3o maioria das cientistas no Brasil, mas quase nunca chegam ao topo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2872\" src=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/laboratory-g8029390db_1280-300x193.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/laboratory-g8029390db_1280-300x193.jpeg 300w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/laboratory-g8029390db_1280-1024x658.jpeg 1024w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/laboratory-g8029390db_1280-768x494.jpeg 768w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/laboratory-g8029390db_1280.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dados de um estudo divulgado pelos pesquisadores Roberta Silva, Alice Abreu, Carlos Nobre e Ademir Santana, intitulado &#8220;Androcentrismo no Campo Cient\u00edfico: Sistemas Brasileiros de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia como estudo de caso&#8221;, que passou a integrar os anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), mostram que o avan\u00e7o das cientistas no mercado de trabalho \u00e9 desproporcional ao seu n\u00edvel de conhecimento. De acordo com o levantamento, as mulheres s\u00e3o a maioria (58%) entre os bolsistas da Capes (Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior), ag\u00eancia federal ligada ao MEC que fomenta a pesquisa no pa\u00eds, assim como entre os estudantes de mestrado (57%) e doutorado (54%). Apesar disso, elas ainda est\u00e3o em posi\u00e7\u00e3o inferior aos seus colegas do sexo masculino. Em 106 anos da ABC, por exemplo, foi somente em 2022 que uma mulher, Helena Nader, se tornou presidente da institui\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/mercado\/2022\/12\/mulheres-sao-maioria-das-cientistas-no-brasil-mas-quase-nunca-chegam-ao-topo.shtml\"><b>Confira mat\u00e9ria completa publicada pelo UOL\/ FOLHAPRESS:<\/b><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00c3O PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A f\u00edsica M\u00e1rcia Barbosa, professora titular do Instituto de F\u00edsica da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), estava em uma discuss\u00e3o acalorada com um colega estrangeiro durante uma imers\u00e3o de pesquisadores em um evento na Calif\u00f3rnia, nos Estados Unidos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eles debatiam a aglomera\u00e7\u00e3o das suspens\u00f5es coloidais, que cont\u00eam tanto mol\u00e9culas grandes quanto part\u00edculas pequenas, e est\u00e3o presentes no cotidiano da humanidade -desde a produ\u00e7\u00e3o do desodorante spray e das fraldas at\u00e9 o processo de emuls\u00e3o em que s\u00e3o fabricados a maionese ou o chantili.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em determinado momento, as argumenta\u00e7\u00f5es de M\u00e1rcia convenceram a maior parte da plateia de pesquisadores. O oponente procurou justificar a derrota: &#8220;N\u00e3o ganhei o debate porque voc\u00ea me distraiu com seu perfume.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;N\u00e3o era um amigo, era um ilustre desconhecido, que conseguiu reunir em uma \u00fanica frase um exemplo de ass\u00e9dio moral e ass\u00e9dio sexual&#8221;, diz ela, 62, especialista em mec\u00e2nica estat\u00edstica, membro titular da ABC (Academia Brasileira de Ci\u00eancias), membro da Academia Mundial de Ci\u00eancias, que em 2020 foi eleita pela revista Forbes como uma das 20 mulheres mais influentes no Brasil e mencionada pela ONU Mulheres (bra\u00e7o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a promo\u00e7\u00e3o da Igualdade de G\u00eanero) como uma das sete cientistas que moldam o mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Se eu fosse um homem, n\u00e3o teria ouvido este coment\u00e1rio.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na opini\u00e3o de M\u00e1rcia, o cientista menosprezou o seu conhecimento e a sua forma\u00e7\u00e3o pelo simples fato dela ser uma mulher, numa clara manifesta\u00e7\u00e3o de &#8220;misoginia&#8221;, diz. &#8220;Para uma mulher conquistar espa\u00e7o no mundo cient\u00edfico, como em qualquer outro lugar, ela precisa provar muito mais o seu valor do que um homem.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dados da Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura) provam que existe uma barreira invis\u00edvel para o avan\u00e7o das cientistas no mercado de trabalho. As mulheres est\u00e3o em apenas 3 de cada 10 ocupa\u00e7\u00f5es em ci\u00eancia, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica no Brasil, embora representem 44% da for\u00e7a de trabalho no pa\u00eds (segundo dados de 2020 da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais -Rais).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, apenas 28% dos pesquisadores de todo o mundo s\u00e3o mulheres, informa o relat\u00f3rio &#8220;Decifrar o c\u00f3digo: educa\u00e7\u00e3o de meninas e mulheres em ci\u00eancias, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica&#8221;, da Unesco. N\u00e3o por acaso, s\u00f3 17 delas ganharam o Pr\u00eamio Nobel em f\u00edsica, qu\u00edmica ou medicina desde a primeira laureada, Marie Curie, em 1903. J\u00e1 entre os homens, 572 foram agraciados com o Nobel nestas \u00e1reas, ou seja, 97% do total.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dados de um estudo divulgado este ano pelos pesquisadores Roberta Silva, Alice Abreu, Carlos Nobre e Ademir Santana, intitulado &#8220;Androcentrismo no Campo Cient\u00edfico: Sistemas Brasileiros de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia como estudo de caso&#8221;, que passou a integrar os anais da ABC, mostram que o avan\u00e7o das cientistas no mercado de trabalho \u00e9 desproporcional ao seu n\u00edvel de conhecimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o levantamento, as mulheres s\u00e3o a maioria (58%) entre os bolsistas da Capes (Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior), ag\u00eancia federal ligada ao MEC que fomenta a pesquisa no pa\u00eds, assim como entre os estudantes de mestrado (57%) e doutorado (54%).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas elas deixam de ser maioria entre os bolsistas da Capes no exterior (s\u00e3o 48%), assim como membros (46%) ou coordenadoras (38%) de grupos de pesquisa, ou como bolsistas de pesquisa (25%) do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico) -\u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo financiamento da maioria dos projetos de pesquisa de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. No comit\u00ea de sele\u00e7\u00e3o da ABC, a mais alta inst\u00e2ncia entre os acad\u00eamicos, elas somam apenas 7%.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A maternidade responde por parte deste cen\u00e1rio: a cientista para de trabalhar para ter filhos, deixa de lado por algum tempo a sua produ\u00e7\u00e3o de artigos -que \u00e9 o que mede a produtividade de um cientista-, perde editais para conseguir novas bolsas em pesquisa, e acaba sendo desligada das redes de colabora\u00e7\u00e3o na comunidade cient\u00edfica&#8221;, diz M\u00e1rcia Barbosa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Mas isto [a maternidade] est\u00e1 longe de ser o principal motivo para que as mulheres n\u00e3o ocupem o topo do mundo da ci\u00eancia&#8221;, afirma a titular de f\u00edsica da UFRGS. No \u00faltimo dia 22, o presidente eleito, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, anunciou a engenheira Luciana Santos (PCdoB-PE) como titular do MCTI (Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es), algo in\u00e9dito na hist\u00f3ria da Pasta. &#8220;As meninas s\u00e3o desde cedo vistas pela escola e pela fam\u00edlia como &#8216;esfor\u00e7adas&#8217;, enquanto os meninos s\u00e3o os &#8216;inteligentes'&#8221;, afirma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este ano, a Unesco Brasil lan\u00e7ou no pa\u00eds o EducaSTEM 2030 &#8211; Movimento Global de Meninas e Mulheres na Educa\u00e7\u00e3o e Carreira em STEM para Sociedades Inclusivas e Sustent\u00e1veis (Stem \u00e9 a sigla de ci\u00eancia, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica, em ingl\u00eas).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o relat\u00f3rio da Unesco, muitas meninas s\u00e3o impedidas de se desenvolver nas \u00e1reas Stem &#8220;por conta da discrimina\u00e7\u00e3o, pelos diversos vieses e por normas e expectativas sociais que influenciam a qualidade da educa\u00e7\u00e3o que elas recebem, bem como os assuntos que elas estudam&#8221;. A iniciativa pretende contribuir para a sensibiliza\u00e7\u00e3o das escolas na sua abordagem pedag\u00f3gica, a fim de estimular as crian\u00e7as a se desenvolverem nestas \u00e1reas do conhecimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A ci\u00eancia precisa de diversidade, de diferentes olhares sobre uma quest\u00e3o, porque a ci\u00eancia \u00e9 neutra, mas os cientistas n\u00e3o. S\u00e3o eles que escolhem o que e como estudar&#8221;, diz M\u00e1rcia Barbosa, que cita um estudo da consultoria McKinsey, &#8220;Diversity Matters: Am\u00e9rica Latina&#8221;. O levantamento, com 700 empresas de capital aberto na regi\u00e3o, apontou que empresas que adotam a diversidade t\u00eam probabilidade significativamente maior de alcan\u00e7ar uma performance financeira superior \u00e0 de seus pares que n\u00e3o o fazem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Pe\u00e7a a qualquer crian\u00e7a para desenhar um cientista e ela vai imaginar um homem branco, velho, de \u00f3culos e jaleco. \u00c9 como se as meninas nunca pudessem chegar a este lugar.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o objetivo de valorizar o trabalho das mulheres cientistas, a multinacional francesa de cosm\u00e9ticos L&#8217;Or\u00e9al promove todos os anos o pr\u00eamio Para Mulheres na Ci\u00eancia. Realizado h\u00e1 25 anos em n\u00edvel global, o programa est\u00e1 na sua 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em novembro, premiou sete brasileiras que receberam, cada uma, uma bolsa de R$ 50 mil para apoiar a continuidade das suas pesquisas -que abordam temas variados, desde os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas na Amaz\u00f4nia at\u00e9 o uso de computa\u00e7\u00e3o para avaliar mortalidade infantil, passando pela f\u00edsica aplicada \u00e0 neuroci\u00eancia. At\u00e9 hoje, a L&#8217;Or\u00e9al Brasil investiu R$ 5,1 milh\u00f5es no pr\u00eamio, realizado em parceria com a Unesco Brasil e a ABC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A ci\u00eancia \u00e9 a base da inova\u00e7\u00e3o, \u00e9 o que alimenta o futuro das empresas&#8221;, diz Cristina Garcia, diretora de pesquisa avan\u00e7ada e comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da L&#8217;Or\u00e9al Am\u00e9rica Latina. A empresa foi a primeira a investir na tecnologia para colora\u00e7\u00e3o para cabelos e no protetor solar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cristina destaca, no entanto, que o pr\u00eamio n\u00e3o tem o objetivo de trazer inova\u00e7\u00e3o para dentro da L&#8217;Or\u00e9al. Para isso, a empresa conta com outros programas como o &#8220;Cientistas do Futuro&#8221;, voltado a estudantes de gradua\u00e7\u00e3o de \u00e1reas como Qu\u00edmica, Farm\u00e1cia e Biomedicina, que destina 50% das vagas a candidatos negros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;O pr\u00eamio \u00e9 importante para trazer visibilidade e reconhecimento \u00e0s pesquisadoras, para que elas deem continuidade aos seus projetos&#8221;, diz Cristina, 47 anos, franco-brasileira que teve como uns dos principais desafios na L&#8217;Or\u00e9al introduzir, h\u00e1 sete anos, o modelo de pele reconstru\u00edda SkinEthic RHE, produzida pela empresa do grupo, a Episkin, criado para substituir os testes em animais. At\u00e9 ent\u00e3o, os testes da L&#8217;Or\u00e9al Brasil precisavam ser feitos no exterior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, dois ter\u00e7os da equipe da \u00e1rea de pesquisa e inova\u00e7\u00e3o da L&#8217;Or\u00e9al Brasil s\u00e3o mulheres e a lideran\u00e7a no setor \u00e9 dividida igualmente entre homens e mulheres. Uma diferen\u00e7a e tanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia nacional, onde apenas 31% dos que trabalham com ci\u00eancia, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica no Brasil s\u00e3o mulheres. Na Academia Brasileira de Ci\u00eancias, elas somam apenas 14% e s\u00f3 7% est\u00e3o no principal comit\u00ea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 106 anos da ABC, foi somente em 2022 que uma mulher, Helena Nader, se tornou presidente da institui\u00e7\u00e3o. &#8220;Acho que isso poderia ter acontecido bem antes, em 1995, quando uma mulher, Johanna D\u00f6bereiner, chegou \u00e0 vice-presid\u00eancia da ABC&#8221;, diz Helena, 75 anos. &#8220;Mas talvez o Brasil ainda n\u00e3o estivesse preparado para isso.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Biom\u00e9dica e doutora em biologia molecular, Helena se diz muito orgulhosa por estar \u00e0 frente da ABC. &#8220;Inclusive porque sei que me torno um modelo a ser seguido por meninas e adolescentes de todo o pa\u00eds&#8221;, afirma. &#8220;Ao mesmo tempo, sei que n\u00e3o tenho direito ao erro, porque a mulher fica muito mais visada quando assume cargos como este. Ningu\u00e9m olha um homem na mesma posi\u00e7\u00e3o com tanta lupa.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: FOLHAPRESS &#8211; por Daniele Madureira\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foto: Pixabay &#8211; Ernesto Eslava<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados de um estudo divulgado pelos pesquisadores Roberta Silva, Alice Abreu, Carlos Nobre e Ademir Santana, intitulado &#8220;Androcentrismo no Campo Cient\u00edfico: Sistemas Brasileiros de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia como estudo de caso&#8221;, que passou a integrar os anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC), mostram que o avan\u00e7o das cientistas no mercado de trabalho \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2872,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2871","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2871","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2871"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2871\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2873,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2871\/revisions\/2873"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2872"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2871"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2871"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2871"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}