{"id":2304,"date":"2022-07-21T16:55:06","date_gmt":"2022-07-21T19:55:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/?p=2304"},"modified":"2022-08-29T16:56:05","modified_gmt":"2022-08-29T19:56:05","slug":"na-amazonia-br-319-e-a-grande-preocupacao-diz-biologo-de-grupo-que-ganhou-nobel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/2022\/07\/21\/na-amazonia-br-319-e-a-grande-preocupacao-diz-biologo-de-grupo-que-ganhou-nobel\/","title":{"rendered":"Na Amaz\u00f4nia, BR-319 \u00e9 a grande preocupa\u00e7\u00e3o, diz bi\u00f3logo de grupo que ganhou Nobel"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-description-box\">\n<p class=\"post-description\"><strong><a href=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_1907221658261324.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2305\" src=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_1907221658261324.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"665\" srcset=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_1907221658261324.jpg 1000w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_1907221658261324-300x200.jpg 300w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_1907221658261324-768x511.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p class=\"post-description\"><strong>Confira entrevista do membro titular da Academia Brasileira de Ci\u00eancias, Philip Martin Fearnside, ao Estad\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"social-icons-box\">A Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC) disponibiliza trecho da entrevista do acad\u00eamico Philip Martin Fearnside, ao Estad\u00e3o, publicada no dia 17 de julho. Confira:<\/div>\n<div class=\"rich-text-block w-richtext\">\n<p>No encontro dos rios Negro e Solim\u00f5es, vive um cientista que fez parte de um grupo de pesquisadores laureado com o Nobel da Paz. Aos 75 anos, o bi\u00f3logo americano\u00a0<a href=\"https:\/\/www.abc.org.br\/link\/philip-martin-fearnside\/\">Philip Martin Fearnside<\/a>\u00a0gosta de mostrar a quem o visita em Manaus uma tanimbuca de 600 anos. A \u00e1rvore de mais de 30 metros, numa \u00e1rea do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa), \u00e9 uma das esp\u00e9cies mais valiosas da floresta. Em entrevista ao Estad\u00e3o, o cientista afirma que a rodovia BR-319 pode impulsionar o desmatamento na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No fim de junho, o professor recebeu o Estad\u00e3o para uma conversa na qual falou sobre sua trajet\u00f3ria de quase 50 anos em defesa da Amaz\u00f4nia e da ci\u00eancia. Sua maior preocupa\u00e7\u00e3o no momento \u00e9 o impacto da reconstru\u00e7\u00e3o da BR-319, que liga a capital amazonense a Porto Velho. Al\u00e9m da amea\u00e7a a terras ind\u00edgenas, a rodovia aberta pela ditadura militar, em 1976, poder\u00e1 representar uma \u201ccat\u00e1strofe\u201d para as metr\u00f3poles do Sudeste.<\/p>\n<p>A expans\u00e3o do desmatamento pode comprometer os \u201crios voadores\u201d, os ventos que levam vapores d\u2019\u00e1gua a diversas regi\u00f5es do Brasil. A \u00e1rea de impacto direto a partir dos primeiros ramais da estrada, somente na zona de interesse da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s, equivale a tr\u00eas vezes o Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A conversa com a reportagem ocorreu a poucos quil\u00f4metros da grande \u00e1rvore, em outro c\u00e2mpus do Inpa, nas imedia\u00e7\u00f5es do seu escrit\u00f3rio, apinhado de livros, manuscritos e computadores. Fearnside \u00e9 membro do Painel de Clima da ONU, premiado com o Nobel em 2007 pelos alertas sobre os riscos do aquecimento global. Ele despertou seu interesse pela \u00e1rea ambiental quando, mais jovem, remava pelos rios polu\u00eddos dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Nascido na Calif\u00f3rnia e criado em Massachusetts, ele alerta para os riscos do efeito estufa desde os anos 1960. Fez pesquisas no Canad\u00e1 e na \u00cdndia e morou numa agrovila da Transamaz\u00f4nica para o doutorado. Mudou-se definitivamente para o Brasil em 1978. A mulher e as duas filhas s\u00e3o brasileiras. A seguir, os principais pontos da entrevista:<\/p>\n<p>(\u2026)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sustentabilidade.estadao.com.br\/noticias\/geral,amazonia-floresta-desmatamento-rodovia-br-319-philip-fearnside,70004117014\">Confira a entrevista completa no Estad\u00e3o.<\/a><\/p>\n<p>Fonte: Academia Brasileira de Ci\u00eancias<\/p>\n<p>Foto: Academia Brasileira de Ci\u00eancias<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira entrevista do membro titular da Academia Brasileira de Ci\u00eancias, Philip Martin Fearnside, ao Estad\u00e3o. A Academia Brasileira de Ci\u00eancias (ABC) disponibiliza trecho da entrevista do acad\u00eamico Philip Martin Fearnside, ao Estad\u00e3o, publicada no dia 17 de julho. 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