{"id":2071,"date":"2022-05-05T16:08:56","date_gmt":"2022-05-05T19:08:56","guid":{"rendered":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/?p=2071"},"modified":"2022-08-04T16:09:41","modified_gmt":"2022-08-04T19:09:41","slug":"baianos-cultivam-cogumelos-comestiveis-nativos-da-mata-atlantica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/2022\/05\/05\/baianos-cultivam-cogumelos-comestiveis-nativos-da-mata-atlantica\/","title":{"rendered":"Baianos cultivam cogumelos comest\u00edveis nativos da Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-description-box\">\n<p class=\"post-description\"><a href=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0305221651613612.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2072\" src=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0305221651613612.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"667\" srcset=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0305221651613612.jpg 1000w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0305221651613612-300x200.jpg 300w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0305221651613612-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Projeto tem o intuito de produzir e comercializar cogumelos no territ\u00f3rio baiano.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"social-icons-box\">Nos \u00faltimos anos, os cogumelos comest\u00edveis est\u00e3o cada vez mais presentes na culin\u00e1ria brasileira. Apesar do crescimento no consumo, o Brasil n\u00e3o produz o suficiente para suprir o mercado interno, por isso, o fungo \u00e9 importado de outros pa\u00edses. Ao analisar o cen\u00e1rio mercadol\u00f3gico, os pesquisadores Nara Lina e Jo\u00e3o Paulo, residentes na regi\u00e3o de Itacar\u00e9, desenvolveram um projeto que estuda e cultiva os cogumelos comest\u00edveis nativos da Mata Atl\u00e2ntica. O objetivo \u00e9 produzir e comercializar cogumelos no territ\u00f3rio baiano.<\/div>\n<div class=\"rich-text-block w-richtext\">\n<p>Nara Lina, que \u00e9 mestre e doutora em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), explica que trabalha h\u00e1 anos com o ensino e cultivo de cogumelos shimeji na Bahia. Ap\u00f3s an\u00e1lises de campo e viv\u00eancias dentro de laborat\u00f3rios, ela identificou um potencial no cultivo de cogumelos nativos da Mata Atl\u00e2ntica. \u201cA ideia surgiu de um sonho em cultivar cogumelos comest\u00edveis encontrados nos arredores, como os carnudos Macrocybe titans, e de ver uma enorme produtividade de shimejis branco e salm\u00e3o nos troncos de dendezeiros nas nossas matas\u201d.<\/p>\n<p>A proposta, que tem o apoio financeiro do Edital Inventiva, da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa da Bahia (Fapesb), que \u00e9 vinculada \u00e0 Secretaria de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (Secti), visa fazer uma cadeia produtiva com o custo mais barato, sem agredir o meio ambiente. \u201cO neg\u00f3cio tem o foco em biodiversidade, sa\u00fade e sustentabilidade por utilizar t\u00e9cnicas de baixo custo e baixo impacto ambiental. Isso traz grandes benef\u00edcios quando falamos de quest\u00f5es mais amplas como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, acesso a alimentos mais saud\u00e1veis e promotores de vida\u201d, ressalta Nara.<\/p>\n<p>A gestora ambiental afirma que o produto ter\u00e1 um sistema de rastreamento atrav\u00e9s de um c\u00f3digo de QR, o que garante a seguran\u00e7a alimentar e uma produ\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima do consumidor. \u201cO diferencial do servi\u00e7o e do produto est\u00e1 relacionado com a efici\u00eancia no pedido e na entrega, associado \u00e0 rapidez e proximidade do produtor, que vem da ideia de estabelecer unidades produtivas regionais para atender um raio de 100km de dist\u00e2ncia e garantir a oferta de um alimento fresco, com qualidade e maior frequ\u00eancia na entrega\u201d.<\/p>\n<p>O projeto, que est\u00e1 em fase de desenvolvimento e estrutura\u00e7\u00e3o, tem parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz e com as professoras Dra. Ana Paula Trovatti (Uesc) e Me. Let\u00edcia Magalh\u00e3es Fernandes (Uesb), al\u00e9m da aluna L\u00edvia Amanda Silva (Uesc).<\/p>\n<p><strong>Bahia Faz Ci\u00eancia\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A Secretaria Estadual de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (Secti) e a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam no Dia Nacional da Ci\u00eancia e do Pesquisador Cient\u00edfico, 8 de julho de 2019, uma s\u00e9rie de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o para contribuir com a melhoria de vida da popula\u00e7\u00e3o em temas importantes como sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a, dentre outros. As mat\u00e9rias s\u00e3o divulgadas semanalmente, sempre \u00e0s segundas-feiras, para a m\u00eddia baiana, e est\u00e3o dispon\u00edveis no site e redes sociais da Secretaria e da Funda\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomenda\u00e7\u00f5es podem ser feitas atrav\u00e9s do e-mail comunicacao.secti@secti.ba.gov.br.<\/p>\n<p>Fonte: SECTI<\/p>\n<p>Foto: divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto tem o intuito de produzir e comercializar cogumelos no territ\u00f3rio baiano. Nos \u00faltimos anos, os cogumelos comest\u00edveis est\u00e3o cada vez mais presentes na culin\u00e1ria brasileira. Apesar do crescimento no consumo, o Brasil n\u00e3o produz o suficiente para suprir o mercado interno, por isso, o fungo \u00e9 importado de outros pa\u00edses. Ao analisar o cen\u00e1rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2072,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2071","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2071","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2071"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2071\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2073,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2071\/revisions\/2073"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2072"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2071"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2071"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2071"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}