{"id":2063,"date":"2022-05-08T16:05:30","date_gmt":"2022-05-08T19:05:30","guid":{"rendered":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/?p=2063"},"modified":"2022-08-04T16:06:23","modified_gmt":"2022-08-04T19:06:23","slug":"pesquisadora-da-ufba-vence-concurso-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/2022\/05\/08\/pesquisadora-da-ufba-vence-concurso-internacional\/","title":{"rendered":"Pesquisadora da UFBA vence concurso internacional"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-description-box\">\n<p class=\"post-description\"><a href=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0505221651781994.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2064\" src=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0505221651781994.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"493\" srcset=\"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0505221651781994.jpg 1000w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0505221651781994-300x148.jpg 300w, https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/imagem_0505221651781994-768x379.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O estudo da sanitarista Mariana Pitta (foto) traz reflex\u00f5es sobre o futuro da Medicina Social.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"social-icons-box\">\u201c\u00c9 preciso democratizar a sa\u00fade a partir de um modelo de desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d. \u00c9 com um olhar cr\u00edtico e baseado em valores como solidariedade, coopera\u00e7\u00e3o e equidade, que a pesquisadora Mariana Pitta, doutoranda do Instituto de Sa\u00fade Coletiva da UFBA, enxerga o futuro da Medicina Social. O ensaio sobre o tema rendeu \u00e0 pesquisadora um pr\u00eamio da <a href=\"https:\/\/globalsocialmedicine.org\/\">Global Social Medicine Network<\/a>, uma rede de acad\u00eamicos voltada a debater estrat\u00e9gias no campo da Medicina Social em todo o mundo.<\/div>\n<div class=\"rich-text-block w-richtext\">\n<p>O texto assinado pela sanitarista do ISC\/UFBA \u00e9 inspirado em te\u00f3ricos e pesquisadores da \u00e1rea da Sa\u00fade Coletiva no Brasil e na Am\u00e9rica latina, com o objetivo de explorar as possibilidades e desafios para o futuro da Medicina Social em escala global. \u201cTemos um desenvolvimento te\u00f3rico e metodol\u00f3gico do campo da Sa\u00fade Coletiva bastante avan\u00e7ado, que pode nos ensinar li\u00e7\u00f5es importantes para enfrentar esses desafios\u201d, explica Mariana Pitta.<\/p>\n<p>A Medicina Social busca compreender como as condi\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f4micas afetam a sa\u00fade e a pr\u00e1tica da medicina, promovendo reflex\u00f5es sobre as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para uma sociedade mais saud\u00e1vel. Para a pesquisadora, o futuro do campo deve estar focado em investigar e revelar como \u2018o social\u2019 se expressa na sa\u00fade das popula\u00e7\u00f5es, principalmente em contextos de profundas desigualdades, a exemplo do cen\u00e1rio brasileiro. \u201cPrecisamos compreender melhor quest\u00f5es como a democratiza\u00e7\u00e3o da sa\u00fade em contextos locais e globais, as complexas rela\u00e7\u00f5es entre setores p\u00fablicos e privados, o financiamento de sistemas universais em um contexto neoliberal, a compreens\u00e3o da sa\u00fade como mercadoria e o desenvolvimento da consci\u00eancia sanit\u00e1ria\u201d, avalia.<\/p>\n<p>O ensaio tamb\u00e9m buscou atender \u00e0s provoca\u00e7\u00f5es suscitadas pelo 13\u00ba Congresso Brasileiro de Sa\u00fade Coletiva \u2013 Abrasc\u00e3o 2022, que este ano pretende discutir o tema \u201cSa\u00fade \u00e9 democracia: diversidade, equidade e justi\u00e7a social\u201d, al\u00e9m de fomentar as reflex\u00f5es desencadeadas pela pr\u00f3pria experi\u00eancia adquirida pela pesquisadora durante o trabalho de campo para a sua tese de doutorado.<\/p>\n<p>Orientado pelas professoras Cecilia Anne McCallum e Greice Maria de Souza Menezes, o estudo consiste numa investiga\u00e7\u00e3o etnogr\u00e1fica sobre aborto em uma maternidade p\u00fablica brasileira. \u201cOs meus argumentos baseiam-se nas contradi\u00e7\u00f5es de um sistema de sa\u00fade universal imerso, dentro de um contexto de profundas desigualdades econ\u00f4micas, de g\u00eanero e de ra\u00e7a\u201d, destaca Mariana Pitta.<\/p>\n<p>O concurso de ensaios da Global Social Medicine Network teve a participa\u00e7\u00e3o de estudantes de diversos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da \u00e1rea da sa\u00fade em todo o mundo, que produziram textos a partir do tema \u201cO Futuro da Medicina Social\u201d. Al\u00e9m de um pr\u00eamio em dinheiro, os cinco pesquisadores premiados tamb\u00e9m devem ter os ensaios publicados em peri\u00f3dico espec\u00edfico da Global Social Medicine Network at\u00e9 o final do ano.<\/p>\n<p>\u201cFiquei muito feliz em poder sintetizar contribui\u00e7\u00f5es de pesquisadores e pesquisadoras, sanitaristas brasileiros\/as e latino-americanos\/as, que considero um pensamento cr\u00edtico e complexo, e que tamb\u00e9m \u00e9 a minha escola de forma\u00e7\u00e3o \u2013 o campo da sa\u00fade coletiva brasileira\u201d, comemora. Para a pesquisadora, o concurso \u00e9 mais uma oportunidade de compartilhar internacionalmente o conhecimento produzido pelas universidades p\u00fablicas brasileiras. \u201cO nosso campo oferece importantes contribui\u00e7\u00f5es para o di\u00e1logo cient\u00edfico com produ\u00e7\u00f5es de outros pa\u00edses, sobretudo estando no nordeste do Brasil\u201d, conclui.<\/p>\n<p>Fonte: Egberto Siqueira &#8211; UFBA \/ Edgardigital<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo da sanitarista Mariana Pitta (foto) traz reflex\u00f5es sobre o futuro da Medicina Social. \u201c\u00c9 preciso democratizar a sa\u00fade a partir de um modelo de desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d. \u00c9 com um olhar cr\u00edtico e baseado em valores como solidariedade, coopera\u00e7\u00e3o e equidade, que a pesquisadora Mariana Pitta, doutoranda do Instituto de Sa\u00fade Coletiva da UFBA, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2064,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2063","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2063","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2063"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2063\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2065,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2063\/revisions\/2065"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2064"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2063"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2063"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciasbahia.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2063"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}