{"id":229,"date":"2020-06-25T15:01:49","date_gmt":"2020-06-25T18:01:49","guid":{"rendered":"http:\/\/cienciasbahia.org.br\/2dejulho\/?p=229"},"modified":"2020-06-29T17:38:42","modified_gmt":"2020-06-29T20:38:42","slug":"aniversario-de-45-anos-da-embrapa-mandioca-e-fruticultura","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/cienciasbahia.org.br\/2dejulho\/2020\/06\/25\/aniversario-de-45-anos-da-embrapa-mandioca-e-fruticultura\/","title":{"rendered":"Anivers\u00e1rio de 45 anos da Embrapa Mandioca e Fruticultura"},"content":{"rendered":"\n<br><br><p>Artigo do pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Domingo Haroldo Reinhardt, Doutor pela Universidade da Calif\u00f3rnia e membro da Academia de Ci\u00eancias da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p>A Embrapa Mandioca e Fruticultura, \u00fanica Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) na Bahia, foi criada em 13 de junho de 1975. Localizada em Cruz das Almas, no Rec\u00f4ncavo Baiano, a Unidade passou a substituir o antigo Instituto de Pesquisa Agropecu\u00e1ria do Leste (IPEAL), ocupando o mesmo espa\u00e7o, vizinho \u00e0 Escola Agron\u00f4mica da Universidade Federal da Bahia (EAUFBA), que, a partir de 2005, foi transformada na Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB). Ap\u00f3s defini\u00e7\u00e3o de seus documentos estrat\u00e9gicos e a realiza\u00e7\u00e3o de amplas reformas na infraestrutura do instituto, o Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura foi inaugurado em 27 de janeiro de 1977.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Na sexta-feira, dia 12 de junho, o Centro comemorou os seus 45 anos mediante um evento virtual. N\u00e3o foi poss\u00edvel realizar a tradicional confraterniza\u00e7\u00e3o debaixo da \u201c\u00e1rvore da chuva\u201d, uma das expoentes do belo parque que comp\u00f5e o ambiente agrad\u00e1vel do centro de pesquisa. Em fun\u00e7\u00e3o do isolamento social, a comemora\u00e7\u00e3o foi especial e teve como diferencial o alcance de milhares de pessoas e a participa\u00e7\u00e3o de parceiros estrat\u00e9gicos nacionais e internacionais (o v\u00eddeo continua dispon\u00edvel no YouTube corporativo da Embrapa).<\/p>\n\n\n\n<p>A live foi aberta com a mensagem de Celso Moretti, presidente da Embrapa, que fez uma reflex\u00e3o sobre a hist\u00f3ria da Embrapa e da Unidade. Ele lembrou que, nas \u00faltimas quase cinco d\u00e9cadas, o Brasil deixou de ser um pa\u00eds importador de alimentos e hoje \u00e9 um dos maiores produtores e exportadores, e de forma sustent\u00e1vel. Ressaltou a importante contribui\u00e7\u00e3o dada pela Embrapa Mandioca e Fruticultura, com gera\u00e7\u00e3o de conhecimento e tecnologias em todas as suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, desde conserva\u00e7\u00e3o e melhoramento de recursos gen\u00e9ticos e biotecnologia, passando pelo manejo das culturas, do controle de pragas e doen\u00e7as, at\u00e9 a p\u00f3s-colheita e os estudos socioecon\u00f4micos. Destacou ainda, que a Unidade \u00e9 refer\u00eancia na estrat\u00e9gia de efetiva prioriza\u00e7\u00e3o de demandas de pesquisa e nas a\u00e7\u00f5es de apoio a diversas pol\u00edtica p\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>O chefe-geral da Unidade, Alberto Vilarinhos, deu informa\u00e7\u00f5es sobre a infraestrutura da Unidade, destacou a import\u00e2ncia dos agrossistemas alimentares da mandioca e das frutas e pontuou relevantes impactos de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas geradas pelo centro de pesquisa. A Unidade conta hoje com 180 empregados ativos, 267 estagi\u00e1rios e bolsistas e uma \u00e1rea de 261 hectares, sendo aproximadamente 44 mil metros quadrados de \u00e1rea constru\u00edda e 17 laborat\u00f3rios. Dada a sua miss\u00e3o em n\u00edvel nacional, a Unidade mant\u00e9m 20% dos seus pesquisadores em campos avan\u00e7ados localizados pr\u00f3ximos ou dentro de importantes polos nacionais de produ\u00e7\u00e3o e de demandas tecnol\u00f3gicas de mandioca, a exemplo do Noroeste do Paran\u00e1, e de frutas, a exemplo da regi\u00e3o central de S\u00e3o Paulo, do Extremo Sul da Bahia e do Noroeste do Rio Grande do Norte.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, o Brasil foi o terceiro maior produtor mundial de frutas, com 42,4 milh\u00f5es de toneladas, e o 5\u00ba de mandioca, com 18,9 milh\u00f5es de toneladas. As frutas, que fazem parte da miss\u00e3o da Unidade, somaram um valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 34 bilh\u00f5es e a mandioca, R$ 9,7 bilh\u00f5es. Maior ainda \u00e9 a sua import\u00e2ncia social, com a gera\u00e7\u00e3o de cerca de 5 milh\u00f5es de empregos no agrossistema das frutas e um milh\u00e3o de empregos, no de mandioca.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo da sua exist\u00eancia esse Centro Nacional de Pesquisa tem-se empenhado em cumprir a sua miss\u00e3o de \u201cViabilizar solu\u00e7\u00f5es de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o para a sustentabilidade da agricultura, com foco em mandioca e frutas tropicais, em benef\u00edcio da sociedade brasileira\u201d. Na fruticultura, a Unidade tem focado nas frutas c\u00edtricas, banana, abacaxi, mam\u00e3o e maracuj\u00e1, e com intensidade menor, em manga, acerola e umbu. A seguir s\u00e3o pontuados alguns dos ativos tecnol\u00f3gicos gerados e sua inser\u00e7\u00e3o no agroneg\u00f3cio de mandioca e fruticultura:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Foram mais de 30 variedades de mandioca desenvolvidas e disponibilizadas aos produtores brasileiros, muitas focadas na agricultura familiar nordestina, sem informa\u00e7\u00f5es atuais sobre a real extens\u00e3o da sua ado\u00e7\u00e3o, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o daquelas lan\u00e7adas em anos mais recentes. A mandioca BRS Formoso, resistente \u00e0 bacteriose e tolerante \u00e0 seca, representa cerca de 80% da \u00e1rea de cultivo no Sudoeste da Bahia, a BRS Kiriris, resistente \u00e0 doen\u00e7a da podrid\u00e3o radicular, ocupa quase meio milh\u00e3o de hectares de cultivo no Nordeste e responde por 46% da produ\u00e7\u00e3o em Sergipe; as variedades BRS CS01 e a BRS 420 vem sendo inseridas na grande produ\u00e7\u00e3o de amido de mandioca no Centro-Sul do pa\u00eds, com produtividades cerca de 50% superiores \u00e0s variedades tradicionais; e a BRS Novo Horizonte tornou-se o alicerce da ind\u00fastria de amido no Rec\u00f4ncavo Sul da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A tecnologia conservacionista do plantio direto da mandioca, desenvolvida e em cont\u00ednuo processo de aprimoramento pela Unidade, est\u00e1 sendo cada vez mais adotada no Centro-Sul do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Diversas tecnologias, reunidas no projeto Reniva, tem sido disseminadas por muitos Estados brasileiros e diversos pa\u00edses africanos, para a produ\u00e7\u00e3o e uso de material de plantio (manivas) de \u00f3tima qualidade gen\u00e9tica e sanit\u00e1ria, com impactos expressivos na produtividade da mandiocultura.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Uma s\u00e9rie de tecnologias contribu\u00edram para o aprimoramento do cultivo, processamento e usos da mandioca, sobretudo em n\u00edvel da agricultura familiar, com agrega\u00e7\u00e3o de valor e diversifica\u00e7\u00e3o de produtos ofertados ao mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A citricultura no Nordeste e Norte do pa\u00eds \u00e9 assentada nas variedades geradas pela Unidade, com destaque para a cultivar Pera CNPMF D-6, que elevou o Nordeste ao status de segundo maior produtor de citros no pa\u00eds, representando cerca de 90% da produ\u00e7\u00e3o de laranja da regi\u00e3o. No grande cintur\u00e3o citr\u00edcola brasileiro, envolvendo regi\u00f5es dos Estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1 e Minas Gerais, ser\u00e3o lan\u00e7ados duas variedades de laranja doce para consumo fresco, uma variedade de lima \u00e1cida Tahiti e dez novos porta-enxertos a partir deste ano, determinando \u00e0s variedades-copa em uso, menor porte, maior capacidade produtiva e maior toler\u00e2ncia \u00e0 seca e doen\u00e7as. Grandes avan\u00e7os t\u00eam sido alcan\u00e7ados na busca de medidas de controle da doen\u00e7a c\u00edtrica mais severa no mundo, o HLB ou greening, incluindo o desenvolvimento de uma patente de RNAi para controle do inseto-vetor da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; As variedades Prata An\u00e3 e Pacovan, selecionadas e recomendadas pela Unidade, representam hoje o maior percentual da \u00e1rea cultivada com banana no Brasil. Diversas outras variedades geradas pela Unidade, com resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7a da Sigatoka-negra, foram adotadas no Norte do pa\u00eds ap\u00f3s a grande dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a naquela regi\u00e3o. A banana Princesa vem sendo adotada em muitas regi\u00f5es produtoras por todo o pa\u00eds, com \u00f3tima aceita\u00e7\u00e3o pelos consumidores que muito apreciam banana do tipo ma\u00e7\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Destaque merecem tamb\u00e9m as a\u00e7\u00f5es relevantes em apoio \u00e0 pol\u00edticas p\u00fablicas, sobretudo os Zoneamentos de Risco Clim\u00e1tico para as culturas da banana e da mandioca, e as a\u00e7\u00f5es em prol da defesa fitossanit\u00e1ria na fruticultura, a exemplo da preven\u00e7\u00e3o da introdu\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a 4 tropical da fusariose da bananeira, implementadas em conjunto com o Minist\u00e9rio da Agricultura e institui\u00e7\u00f5es internacionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O estabelecimento e a efetiva ado\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de cultivo, adaptadas e orientadas pela equipe t\u00e9cnica da Unidade, contribu\u00edram para tornar o Sudeste do Estado do Par\u00e1 a regi\u00e3o de maior produ\u00e7\u00e3o, e o abacaxi do Estado do Tocantins um dos mais apreciados no pa\u00eds. A\u00e7\u00f5es similares alcan\u00e7aram o mesmo \u00eaxito na regi\u00e3o semi\u00e1rida de Itaberaba, BA, onde a produ\u00e7\u00e3o de abacaxi, baseado nas t\u00e9cnicas geradas e adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais regionais, se converteu no principal sustent\u00e1culo da economia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O abacaxi BRS Imperial, de \u00f3tima aceita\u00e7\u00e3o pelo consumidor, vem sendo plantado em escala crescente no Baixo-Sul e Extremo Sul da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O tratamento hidrot\u00e9rmico p\u00f3s-colheita para garantir o efetivo controle da mosca-das-frutas, viabilizou a exporta\u00e7\u00e3o de manga para os Estados Unidos e outros pa\u00edses, gerando o ingresso de expressivo volume de divisas a cada ano.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O manejo integrado da praga das moscas-das-frutas e outras tecnologias de manejo da cultura contribu\u00edram significativamente para a produ\u00e7\u00e3o de mam\u00e3o, sobretudo no Extremo Sul da Bahia e Norte do Esp\u00edrito Santo, e para tornar o Brasil um dos maiores exportadores dessa fruta. No pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 lan\u00e7ado um novo h\u00edbrido de mam\u00e3o com \u00f3timas qualidades de produ\u00e7\u00e3o e consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Diversas tecnologias de manejo de nutrientes e pragas contribu\u00edram para o progresso no cultivo de maracuj\u00e1, tornando a Bahia o maior produtor nacional. Pesquisas de melhoramento gen\u00e9tico encontram-se em est\u00e1gio avan\u00e7ado de desenvolvimento e lan\u00e7amento de novos h\u00edbridos de maracuj\u00e1 de casca roxa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Sistemas org\u00e2nicos de produ\u00e7\u00e3o de abacaxi, banana, manga e maracuj\u00e1 foram desenvolvidos e disponibilizados nos anos recentes, atendendo a grande demanda de produtores e consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Diversas variedades de acerola foram selecionadas e vem sendo incorporadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o dessa fruta no Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Recursos gen\u00e9ticos de umbu e umbu-caj\u00e1 foram coletados e diversos clones selecionados e distribu\u00eddos na regi\u00e3o semi\u00e1rida da Bahia, em conjunto com orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas b\u00e1sicas para o seu cultivo.<\/p>\n\n\n\n<p>A Unidade tem tido uma forte atua\u00e7\u00e3o internacional ao longo da sua exist\u00eancia. Hoje o centro conta com oito pesquisadores integrando 23 comit\u00eas internacionais. De 2016 a 2019, foram 205 visitantes internacionais, de 36 pa\u00edses e de 62 institui\u00e7\u00f5es, sendo 133 em visitas t\u00e9cnicas e 72 em treinamentos. No movimento contr\u00e1rio, no mesmo per\u00edodo foram 106 viagens para 28 pa\u00edses realizadas por 30 pesquisadores da Unidade. A intensa intera\u00e7\u00e3o internacional resultou na capta\u00e7\u00e3o de R$ 7,5 milh\u00f5es em sete projetos. Al\u00e9m do interc\u00e2mbio cient\u00edfico de m\u00faltiplas vias, a Unidade tem transferido tecnologias para pa\u00edses tropicais em desenvolvimento, com \u00eanfase em banana e mandioca para a \u00c1frica, em a\u00e7\u00f5es que integram acordos e conv\u00eanios internacionais, muitos deles envolvendo a Agencia Brasileira de Coopera\u00e7\u00e3o, vinculada ao Minist\u00e9rio de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>A pandemia do coronav\u00edrus n\u00e3o diminuiu o ritmo do trabalho da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Mesmo com mais de 80% dos seus empregados em teletrabalho, a Unidade est\u00e1 produzindo muito. Desde meados de mar\u00e7o foram realizados 25 eventos on-line, lan\u00e7adas 16 publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, promovidos cinco epis\u00f3dios de podcast Raiz &amp; Fruto, sem mencionar a participa\u00e7\u00e3o intensa do corpo t\u00e9cnico em lives de institui\u00e7\u00f5es parceiras e de jornalistas. V\u00e1rios estudos foram conduzidos relativos aos impactos da Covid-19 sobre a fruticultura e a mandiocultura. Um edital de inova\u00e7\u00e3o aberta foi lan\u00e7ado recentemente e recebeu 52 propostas de parcerias. A Unidade tem feito uma campanha Rede Solid\u00e1ria, que permitiu a entrega de grande n\u00famero de cestas b\u00e1sicas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o mais carente de Cruz das Almas, superando um volume de doa\u00e7\u00e3o de cinco toneladas de alimentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em s\u00edntese, a Unidade tem cumprido a sua miss\u00e3o e tem dado pleno retorno ao investimento feito pela sociedade brasileira. E far\u00e1 tudo para seguir nesse caminho.<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Domingo Haroldo Reinhardt<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisador A \/ Senior Research Scientist<\/p>\n\n\n\n<p>Embrapa Mandioca e Fruticultura<\/p>\n\n\n\n<p>Cruz das Almas &#8211; BA, Brasil<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo do pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Domingo Haroldo Reinhardt, Doutor pela Universidade da Calif\u00f3rnia e membro da Academia de Ci\u00eancias da Bahia. A Embrapa Mandioca e Fruticultura, \u00fanica Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) na Bahia, foi criada em 13 de junho de 1975. 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